sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Brasiliro: criminoso ou burro - quando um esquerdista acorda para a realidade

publicado por Paulo Yuri .


Brasileiro: criminoso ou burro?

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Vou contar aqui a história de uma série de estupros. É algo muito sério e de gravidade incalculável. Antes de começar a dizer o que me fez escrever, tenho que informar algo sobre o título do texto. Eu sou brasileiro, fui criminoso e muito burro. Hoje continuo brasileiro, tenho quase certeza que não sou criminoso e acho que estou menos burro.

Tornei-me muito burro e criminoso principalmente por ter sido forçado a ir para a escola, que eram, infelizmente, as mais caras, e os professores não faltavam (o que foi sem dúvida bem pior, pois, fui forçado a acreditar na farsa do conhecimento que me era passado). Na escola, além de toda embromação que conhecemos e nunca desenvolveu ninguém, há pregações ideológicas, sexistas, politicamente corretas, etc. Lá, junto com a infeliz decisão de ler Istoé e jornal a partir dos dez anos, fui muito doutrinado por professores canalhas que, hoje eu vejo, gravemente ignorantes, quase analfabetos. E após anos de doutrinação, me tornei um esquerdista repetidor de slogans e me filiei a partidos de esquerda.

O que é um esquerdista? Um esquerdista é alguém que transita entre a repetição irrefletida e irresponsável de slogans diversos, o que só o faz perder tempo, e o leva a condição de idiota útil, portanto um burro. E a defesa contumaz e consciente da plataforma da esquerda sem responsabilidade em relação aos piores crimes feitos nos últimos quatro séculos, portanto um criminoso. Devo informar que não conheço nenhum esquerdista que tenha se pronunciado com a gravidade necessária contra a maioria dos crimes que foram feitos e continuam a ser feitos mundo a fora, incluindo nisso a esquerda moderada.

Creio ser interessante, antes de retornar, relatar um caso imediato e óbvio que une todos os esquerdistas que conheci na defesa ou cumplicidade com o crime, e acabando previamente, portanto, com toda possibilidade de questionamento hipócrita:

Todos os esquerdistas que eu conheço choraram mais de uma vez os 400 e poucos mortos durante os governos militares (isso inclui tucanos e PPS).
Nenhum esquerdista chorou as vítimas inocentes que eles assassinaram durante o mesmo período.
Quase todos os esquerdistas mortos durante o período estavam com armas e bombas na mão.

A maioria das vítimas do terrorismo ou estava absolutamente desarmada ou estava trabalhando para sustentar a família.
Os professores de ensino fundamental e médio, a quem considero estupradores de consciências, jamais falam a verdade sobre o período. Aumentam o número de mortos drasticamente, distorcem fatos, inventam ocorrências, escondem o fato de que havia planejamentos e ações beligerantes contra a nação antes da tomada do poder, nunca dizem que no governo Castelo Branco quase não ocorreram mortes.

Jamais comentam que Darcy Ribeiro defendia o assassinato da tropa de Mourão Filho inteira, o que daria mais mortos do que os ocorridos em 21 anos de uma só vez com o uso da Força Aérea, (isso ele afirmou em pleno regime democrático).
Negligenciam totalmente a existência da KGB (aliás, o mercado editorial brasileiro nesse presente regime super democrático nunca publica nada sobre isso, né?), inventam ações da CIA que não ocorreram, não falam dos problemas recentes do Camboja, nunca citam as 17 mil execuções cubanas nem seus mais de 100 mil presos políticos praticamente no mesmo período, nem ressaltam nunca a intervenção de governos comunistas no nosso país.

Só isso constitui um crime absolutamente desnecessário e feito conscientemente e constantemente. Professores que não dão aulas de suas matérias, mas mentem sem a menor vergonha e responsabilidade sobre assuntos de altíssima gravidade. Professores que idiotizam pessoas, que fecham a elas a possibilidade de conhecimento, que as transformam em massas de manobras. O nome disso, só disso, já é crime, qualquer cúmplice disso é um criminoso. Mas o problema não é esse, porque é mais amplo e permanece exatamente hoje, indo além, como veremos, do que até agora foi dito.

Os terroristas “vítimas da ditadura” estão recebendo nos últimos anos bilhões em indenizações.
As vítimas dos terroristas não recebem ou recebem indenizações absolutamente ridículas se comparados a eles.
Essas pessoas transitavam basicamente ao redor do marxismo-leninismo, maoísmo e stalinismo.

Alguém é suficientemente canalha para vir me dizer que leninismo e stalinismo são luta por democracia?
Algum dos leninistas e stalinistas que lutaram contra as Forças Armadas do nosso país fez até o momento algum mea culpa dos crimes cometidos ou da ideologia assassina defendida?
Alguém aí já viu essa gente fazendo críticas realmente graves aos assassinatos de Cuba, as prisões de Cuba, aos assassinatos das FARC, aos sequestros das FARC, aos sequestros do MIR?

Calma! Vamos entrar num exemplo mais concreto.

Em Cuba um homem foi preso por ter livros sobre democracia.
Esse homem teve uma doença na prisão que poderia ter sido tratada e não foi.
Por não ter tido tratamento, esse homem ficou tetraplégico.
Esse homem e outras pessoas presas como ele por críticas a ditadura cubana foram comparadas pelo presidente Lula aos presos comuns de São Paulo e do Rio de Janeiro.
O mesmo presidente que desfaz dessas pessoas, chorou como muitos as “vítimas da ditadura” e recebe seis mil reais de pensão por ter passado um mês preso, com todas as condições ao ponto de tomar cafezinho com o delegado Romeu Tuma.
Na Venezuela foi preso um líder oposicionista que escreveu o livro “O Continente da Esperança” (vai ver é um manual de terrorismo).

O governo venezuelano dá apoio as FARC.
O presidente Lula diz que tem democracia demais na Venezuela.
As FARC são um grupo que matou só na década de 90 duas vezes mais do que as Forças Armadas fizeram aqui, num país muito maior e mais populoso, em duas décadas.
As FARC mataram pessoas inocentes e desarmadas.
As Forças Armadas mataram no Brasil pessoas armadas (vai ter gente dizendo que alguns não estavam armados quando morreram) e eram em sua maioria leninistas, maoístas ou stalinistas.

O leninismo/ stalinismo é responsável, e naquela época já se sabia da maior parte, por 30 milhões de mortes. Sem contar aí as vítimas do maoísmo na China.
O presidente Lula criou em 1990 um grupo chamado Foro de São Paulo (do qual foi presidente até 2001, e continua sendo controlado pelo seu partido e aliados até hoje).

O Foro de São Paulo inclui o Partido Comunista Cubano, as FARC, o MIR chileno, ELN, grupos zapatistas, etc. Isso eu vi as provas, por exemplo, um site que tem o domínio pertencente ao PT, o site do Foro de São Paulo, incluía as FARC entre os “partidos miembros” até 2001, conforme se pode ver utilizando o ARCHIVE.ORG, que recupera dados antigos de sites. Fora isso, há no sítio, You Tube, um vídeo onde Hugo Chávez afirma ter se aproximado das FARC numa reunião do Foro de São Paulo em que as FARC haviam presidido junto com ele. E nem é preciso contar as atas com moções de apoio conjuntas em favor do grupo narcotraficante, sequestrador e assassinos feitos pelos participantes da organização presidida por Lula.

As FARC traficam drogas e armas para o Brasil ultrapassando por territórios indígenas, donde, não se pode pisar nenhum oficial das forças armadas.
Armas e drogas que produzem a morte de 50 mil brasileiros ao ano (mais vitimas que a Guerra do Iraque). Mortos pelas mãos do PCC e do Comando Vermelho e Cia.
Ah! Mas o presidente Lula já disse que os presos do PCC estão na mesma situação das pessoas que foram presas em Cuba por portarem livros sobre democracia ou defenderem a democracia ou discutirem sobre democracia. E também, o presidente Lula defendeu que as FARC possam virar partido político.

Ah! Ninguém falou horrorizado sobre nada disso nesse país. Nenhum esquerdista que chora todos os dias as mortes de leninistas reclamou.
A verdade é que são todos cúmplices de crimes. Ou burros.
Independente do crime intrínseco de apoiar grupos criminosos, de apoiar grupos genocidas, de pisar e cuspir nas mortes e torturas de inocentes, o que há de mais grave mesmo é o crime de destruição psicológica da nação, de destruição cultural.

Mas, para concluir esse primeiro ponto, vamos voltar a mim e chegar a Dilma Eu não sou mais criminoso quanto os que apóiam, ou, são cúmplices disso nem tão burro quanto os que brincam com isso. Apesar de todo sofrimento que passei depois que me decidi a estudar essas questões, apesar do estupro psicológico que sofri, não vou receber indenização alguma do governo brasileiro, mas ao menos não sou mais tão burro e larguei o crime. Eu não sou mais criminoso, não defendo mais o leninismo, enganar as pessoas é inaceitável para mim, não aceito o roubo, não aceito o terrorismo, não aceito o sequestro, e me arrependo de ter apoiado sequestradores, torturadores, assassinos e terroristas.

E Dilma?

Dilma participou de grupos que praticavam: assaltos, sequestros, justiçamentos, assassinatos, terrorismo.
Esses grupos eram de caráter leninista, stalinista e maoísta.
Dilma sabia perfeitamente o que era ser leninista, stalinista, maoísta…
Não se conhece em todo o universo, alguma pessoa que afirme ser o modelo leninista compatível com o que entendemos no ocidente por democracia.
Nenhuma das organizações da qual Dilma participou lutava por democracia.
Dilma jamais se declarou arrependida de seu leninismo e de suas ações.

Calminha! Vocês estão entendendo isso?

Tem gente que se tornou um tipo comentador tão safado que não tem mais responsabilidade com nada. Dizem: “ai, não! Ela mudou, eles mudaram”. “Você está vivendo no passado!” “Você está fora da realidade!”

Então, vamos lá.

Você, que é o tranquilão, o sabidão, que afirma tudo isso, foi filiado ao PT?
Você já leu alguma coisa sobre os primeiros anos do governo soviético como foi?
Você leu alguma revista do PT, como a Teoria & Debate, por exemplo?
Você leu os documentos aprovados em congressos do PT?
Você já conversou com CENTENAS de pessoas de diferentes correntes do PT?
Você leu dezenas de livros sobre os problemas que estão em questão?
Não?

Eu já fiz tudo isso. Fiz tudo isso recentemente. Fiz tudo isso há pouquíssimo tempo. Quase ontem. Durante o presente governo. E agora? Bem, pelo que conheço de gente metida, jumenta, burra, decidida em ser burra, a não ser que já seja criminosa, irresponsável, safada, canalha, ainda vão dizer que estou errado, que tudo que vi, peguei, estudei por anos, chegando ao ponto do sofrimento, das perdas, vale menos que suas opiniões de ouvinte do Jornal Nacional e locutor das mesas de barres e bancos universitários.

Grande parte do PT é leninista HOJE! Entre centenas de PeTralhas que conversei nesse país, jamais vi um só fazer críticas minimamente relevantes ao leninismo. Dilma JAMAIS se arrependeu ou mudou de forma relevante.

E o que o Brasil está fazendo hoje? Dilma está ultrapassando a casa dos 50% dos votos.

E a economia? “A economia está crescendo! A economia está crescendo!” É o que dizem os idiotas repetidores, meros papagaios, pois o mesmo crescimento num governo de outro partido seria vítima de uma chuva de slogans mentirosos e os imbecis os repetiriam com um ar de “estou por dentro”, como todo brasileiro sabidão. As mesmas políticas seriam tratadas como verdadeiras safadezas, e os crimes contra a constituição que o PT/Dilma hoje fazem seriam motivo de impeachment e terrorismo. Veja-se o caso de Lula, que antes dizia que os programas de Bolsa eram uma safadeza e depois passou a afirmar que eram os piores canalhas inimigos do povo aqueles que diziam algo sobre tal tipo de programa.

Mas calma! Já, já desmistificarei as mentiras sobre economia, os slogans e mantras todos que estão sendo repetidos por idiotas, canalhas e yuppies. Também gostaria de cobrar todos os terrorismos que a esquerda organizadamente fez durante duas décadas para atrapalhar o crescimento econômico e o país como um todo durante os governos passados (coisa que ninguém fez depois que o fundador do Foro de São Paulo subiu ao poder). Mas antes é preciso falar de outras coisas. Prometo que ajudarei a você que ora me lê a, no silêncio da sua consciência, sem ninguém ver, ninguém vai saber que você leu esse texto, a não ser feito de idiota nem ser cúmplice de um crime de altíssima gravidade que será executado daqui a mais ou menos um mês por uma multidão de pessoas irresponsáveis, presunçosas, canalhas e donas da razão.

Provavelmente não a mais tempo de deter o crime. O próprio PSDB é cúmplice desse crime. Não há candidato contra o projeto básico de mentira e destruição civilizacional que está se consolidando. Apenas quero ajudar as pessoas a livrarem suas consciências da participação nesse crime. Até sugiro que se faça um voto de protesto, um voto piada, tipo “Eymael vai virar essas eleições” ou qualquer coisa, por exemplo, comparar o aumento da criminalidade na Venezuela defendida pelo PT (chegando a 140 mortos por 100 mil habitantes em Caracas) com a vitória estrondosa do PSDB contra a taxa de homicídios em São Paulo (que caiu de 44 por 100 mil, para 10, sendo a melhor política de segurança do país disparado). Mas o resultado da eleição, a menos que os brasileiros tenham coragem de enfrentar seu medinho de ver o vizinho fazer beicinho porque se mexeu com suas mentirinhas, vai ser vitória do crime mentiroso do PT. E o crime mentiroso é mais grave do que se imagina.

Já é sabido que as contas do país estão perto de estourar. Mas isso não deterá o avanço de Dilma e Cia. É imbecil quem pense isso.

O avanço de Dilma & Cia se dá principalmente pela mistificação, pela propaganda, pela aparelhagem da imprensa, pelas ameaças e censura de opositores.

Durante os governos passados, ocorriam ações efetuadas por milhões de militantes, estudantes, sindicalistas e simpatizantes, idiotas úteis ou não, de depredação dos governos, das políticas. O tempo inteiro eles falavam, dia após dia, sem parar um minuto, contra tudo aquilo, um verdadeiro terrorismo sistemático, greves, ações parlamentares, pregações em sala de aula, colunismo aparelhado repercutindo tudo que pudesse contra, ações judiciais, etc. Tudo era feito para prejudicar. Uma máquina nunca antes vista de ação.

Como fizeram isso?

Desde os tempos dos governos militares a esquerda agia. Lendo Gramsci (sim, os militares eram “grandes censores”, e a prova disso é que nas bibliotecas de qualquer comunista ou petista e ver a quantidade de publicações feitas no período do regime militar), já em 70 começaram a aparelhar o jornalismo, as universidades, os meios de cultura, tudo. Sem contar o sindicalismo, obviamente. O fato é que eles são detentores do poder quase absoluto desde a década de 90.

Lembro-me de ter lido uma vez um estudo que dizia que um país ao ganhar uma copa do mundo tem um crescimento de otimismo na população que gera um acréscimo de 2% no crescimento previsto para aquele ano. Tudo bem, não precisa levar em conta tal pesquisa. Mas quero aqui pensar os efeitos na psicologia da nação, quando 365 dias por ano se faz terrorismo contra o país.

O PT não teve em oito anos contra si: sindicalismo partidário organizado, pregações diárias das cátedras, colunismo aparelhado com mentiras ou distorções ou abusos diversos, comentários de professor de cursinho, comentários de professor de ensino médio, ações parlamentares, passeatas na rua, movimento estudantil, nada. Mas, ainda assim, numa análise agregada, comparando o crescimento do presente governo com o anterior em relação ao crescimento mundial, o Brasil cresceu de forma idêntica em ambos os períodos (sendo ainda pior no presente governo).

E as mentiras? Por exemplo, Lula era contra as bolsas de auxílio alimentar, chamava de esmola. Depois muda tudo. Ele “criou tudo” e quem questiona é canalha. Tudo mudou, Sarney mudou Collor. Destruiu-se a lógica. E o colunismo inteiro? Calou. Se outro fazia qualquer coisa, caia-se em cima. Se esse diz, cala-se. É a “Grande Mídia Golpista”! A mesma pessoa vai falar mal de Jarbas Vasconcelos, um homem sem mancha em sua reputação, qualquer mancha, lá em Pernambuco, enquanto, chega no Maranhão, Sarney é um democrata. Ninguém diz nada. O colunismo, que antes massacraria qualquer um, cala inteiro. Que merda é essa? E ao mesmo tempo ainda falam de mídia golpista. O país está se tornando doente, as pessoas estão se tornando perigosas já! Capazes de mentir, dizer absurdos, defender loucuras, serem caras-de-pau o tempo todo, defendendo o crime! Até onde é que isso vai chegar?

Veja só! Quase todos os colunistas políticos da Folha de São Paulo e do O Globo, os maiores jornais do país, tinham alguma ligação do o PT. Eliane Cantanhede, Kennedy Alencar, Clovis Rossi, Tereza Cruvinel (depois foi para o governo Lula), Helena Chagas (idem), Ancelmo Gois (mesma coisa). O grau de aparelhagem foi brabo durante três décadas!

E você? Você foi feito de otário, entende? Lia e não sabia que era tudo informação direcionada. Depois os crimes são maiores, mas todo mundo cala, o professor de universidade cala, o colunista cala, e todo mundo muda de assunto. Agora é tudo melhoria, tudo melhor, economia cresceu, olha aí, economia crescendo, economia crescendo, roubo? Nem sei o que é isso, não dá para viver sem isso, o romantismo já passou. E os outros não podiam ser românticos. Pelo contrário, os outros não poderiam nem ser honestos, Eduardo Jorge não podia ser honesto, mobilizaram o ministério público e o jornalismo inteiro para perseguir um inocente, tudo feito de caso pensado.

Ao menos tempo que há a aparelhagem, que havia os que falavam mal o tempo todo e calaram, há também o novo momento, o momento da ameaça ostensiva e sistemática contra a imprensa. Aumentaram de 2000 e poucos para quase 7000 veículos contratados para publicidade com a tática de Franklin Martins. E ao mesmo tempo mandam recadinhos para as empresas e produtores com ameaças sobre concessão de meios de comunicação e “lembrando sobre patrocínios do governo”, quer dizer, fazendo chantagem.

Enquanto os aparelhados calam os crimes e passam a repercutir as maravilhas e quaisquer boas notícias, os jornalistas normais passam a sofrer PATRULHA, e os veículos, chantagens. Nessa configuração, o país virou uma mentira. Um povo sem alta cultura não consegue entender nada além de slogans. E os slogans de catástrofe de repente mudaram para slogans de bonança.

Ah, “mas a alta cultura é tudo culpa do PFL”. Sim, já me disseram isso. E eu vou desmistificar, aproveitando para explicar o que é o PFL.

Um dos maiores responsáveis pela destruição e impedimento da existência de pessoas verdadeiramente cultas e capazes de raciocinar livremente, de acordo com os fatos, independentemente, criticamente, nesse país, é precisamente a ação de aparelhagem das esquerdas na cultura, nas escolas e nas universidades. Ponto. Aproveitando que veio à discussão o tal “PFL”, vamos falar dele. Primeiro qual a diferença entre esse tal PFL e Sarney, Jader, Collor, o PMDB fisiologista e Cia, todos com o PT? Não faço a mínima idéia.

É preciso que as pessoas entendam inclusive uma coisa: não há oposição ideológica nesse país. Há uma só situação ideológica desde a década de 90. E isso é muito perigoso. E isso é obra do gramscismo, do aparelho, do PT, das esquerdas antidemocráticas desse país.

Eu bem poderia vir aqui falar da minha teoria dos tipos políticos brasileiros pós-90. Mas não vou me estender.

Apenas quero pedir que acordem. O PFL não é direita. PELO AMOR DE DEUS! Patrimonialismo, “hereditarismo”, “familismo”, oportunismo, defesa de bens adquiridos, empresarismo, não é direita, nunca foi em lugar nenhum do mundo. Tanto é verdade que o PFL virou DEM, uma alusão à esquerda americana. Direita é conservadorismo e, no mínimo, defesa de menos leis e tributos. E o tal PFL participou do governo do Partido da Social Democracia Brasileira que aumentou os tributos nesse país para mais de 30%. Direita cuida de cultura inclusive! Onde esses caras fizeram isso com alguma cultura conservadora? O que eu sei é que onde é governo o DEM financia artistas esquerdóides.

Mas, voltemos ao problema dos comentadores, o pessoal com baixo nível cultural, tendo recebido aquela auto-proclamada “educação crítica” das escolas, que é uma espécie de “lavagem cerebral”, com uso de chantagens emocionais para transformar os adolescentes em idiotas eternos repetidores de slogans lançados pelos partidos. Não tendo recebido nem essa pseudo-educação, termina por serem vítimas dos slogans de bonança, os mantras de melhoria econômica, de melhoria social, tão logo estes sejam repetidos pelos “formadores de opinião”, quer dizer, pelas pessoas aparelhadas ou formadas em universidade como idiotas úteis eternos. Basta a mudança de slogans, que os idiotas vão todos repetir, já que não tem quaisquer condições de entender nada.

Eu vou dizer de novo em outras palavras. Primeiro um professor safado fala que está dando educação crítica. Depois não dá nenhum elemento de base para que alguém consiga entender as coisas com a menor amplitude (até porque o próprio professor pouco leu como é a média dos professores nesse país, e nem adianta vir chorar alegando falta de tempo, porque nesse caso, quem é você para proclamar que dá educação a alguém e ainda mais crítica?). Por fim, repete mantras ideológicos em profusão, faz pregações partidárias, repete mitos aprendidos na universidade. Daí, temos o que eu disse lá atrás: “Nessa configuração, o país virou uma mentira. Um povo sem alta cultura não consegue entender nada além de slogans. E os slogans de catástrofe de repente mudaram para slogans de bonança.” Basta os cabeças de sindicato, cátedras, jornalismo começarem a botar o disco dos slogans de bonança para tocar, e os imbecis todos passam a dançar no novo ritmo sem entender nada. A questão é dançar, não entender.

E essa situação é irreversível. Todo mundo embarcou nesses slogans. Ninguém mais questiona se Lula é ou não Deus, se ele pode ou não mudar o passado, inventar acontecimentos, fingir que nunca disse o que disse criar versões, mentir, roubar, nada. Tudo pode para ele.

O sistema do ministro da Verdade, do Goebbels de Lula, Franklin Martins, é monstruoso. E está dando certo. Se ele continuar mais quatro anos, continuará mais 4, e mais 4, mais 4, mais 4, mais 4. Fidel Castro! Sim, eles sempre gostaram de Fidel Castro, aquele que comandou 17 mil execuções de pessoas desarmadas. Nunca se penitenciaram por isso. O próprio Franklin Martins aparece em um vídeo no youtube rindo de um assassinato que fizeram durante o regime militar, coisa que jamais um militar brasileiro fez na história. Eles riem, e vão ficar mais 4, mais 4, mais 4, mais 4. E nessa de mais 4, nessa de rir se assassinato, nessa de ser eternamente adolescente, eternamente irresponsável, eles não vão querer somente manter as coisas como estão.

Eles já tentaram controlar a imprensa várias vezes no atual governo. Fenaj, Ancinav, Confecom, retorno do diploma obrigatório para jornalista (coisa grotesca que não existe em praticamente nenhum país de primeiro mundo), apoio ao chavismo, apoio a ditadura cubana, apoio a ação do governo argentino contra as empresas de jornalismo. E o PNDH-3, feito e passado na Casa Civil por Dilma Roussef.

Haverá mais controle dos meios de imprensa. E aí, como já aconteceu na Alemanha há sete décadas, ninguém mais vai ter como se sensibilizar com nada, porque só saberá do que o Goebbels quer que se saiba coisa que já tem ocorrido mais ou menos assim nos dias atuais. E, lembrando, aquele mesmo Franklin Goebbels Martins que ri de assassinato e justiçamento.

Agora, aproveitando que cheguei ao PNDH-3. Leiam o projeto onde ele praticamente elimina a possibilidade de ação judicial contra invasões de terra. Será possível que ninguém vai fazer nada contra as pessoas que criaram uma monstruosidade dessas? Acabou. Depois, quando tiver o PNDH-4, vai ser o que? Todo tipo de propriedade? Casa também? Isso não é nem para tomar as terras só, mas também para colocar sob ameaça qualquer pessoa que se tornar inconveniente as ações de controle social do novo príncipe, do partido, do poder dominante, do nosso Mussolini de Garanhuns e sua trupe.

Eles não têm mais qualquer limite. O estado já é de exceção. Invadem sigilos de quem querem, fazem qualquer coisa, não pagam, e ninguém reclama. Coisa similar, só aconteceu no ocidente, tirando a África, na Alemanha nazista. Isso de ninguém se posicionar gravemente contra, só lá. Invadiram esse ano, em 2010, ano de eleição, o sigilo de quatro pessoas do partido adversário. Será que se isso acontecesse há oito anos, há 10 anos, o PT e o colunismo político iriam deixar por menos? Haveria pedido de impeachment, tudo, nada hora, com hordas na rua, com uso de funda partidário, dinheiro de sindicato, tudo, tudo.

O canalha-Collor caiu por uso de sobra de campanhas (por comprar um Fiat Elba para ser usado como veículo auxiliar da residência presidencial, levar e trazer compras de supermercado). E na época, uso de sobras de campanha não tipificava crime. Mas agiram no congresso, no jornalismo e nas ruas. Chegaram ao ponto de avançar contra a legalidade, pois sim, o processo de impeachment contra o canalha referido foi cheio de ilegalidades, é só consultar os documentos e relatos de fontes primárias.

Mas Lula? O filho fica rico de uma hora para outra. (E aí eu pergunto: alguém acredita mesmo que foi talento? Do fundo do coração, acredita? Se fosse filho de FHC, pensaria o mesmo? Se alguém fizesse uma proposta, uma empresa melhor que a dele, iria conseguir tal esquema com a concessionária pública que tem investimentos de fundos de pensão e do BNDES? Ah, está bem. Tudo certo.) Genoíno sabia do mensalão, Dirceu sabia do mensalão, os deputados do ABC paulista sabiam do mensalão, senadores o avisaram do mensalão, deputados o avisaram do mensalão, mas ele não sabia do mensalão? Qual o nome disso? Prevaricação. O tempo inteiro usa a máquina em favor de uma campanha eleitoral, usa o cargo de presidente. Pulei, obviamente, mil outros crimes e prevaricações, de tantos, tantos, uso de cartão corporativo, dossiê na Casa Civil sem punidos, aparelhagem de ministérios para perseguição, violação de sigilos, é muita coisa, poderia ser feito um relatório de crimes, principalmente de prevaricação (que é o que dá para provar), e teríamos plena certeza, é o pior governo de todos os tempos, é o pior presidente de todos os tempos.

Nunca se penitenciou. Porque nunca foi sério. Destruiu psicologicamente a nação. Depois dele, não existe mais ética. Usou do discurso ético e depois escarneceu de tudo. Quebrou a possibilidade de vida honesta no país, bagunçou o país. É claro que é o pior, é o mais cínico, o mais frio, o mais perigoso. É o pior grupo, o pior partido.

Mesmo que a economia fosse melhor do que o governo anterior. Mesmo que as aparentes melhorias, que não passam de um óbvio avanço técnico, previsível em comparação com o que já acontecia (sim, e o bolsa família, por exemplo, não aumentou de modo algum mais do que a média do governo passado, de sua criação no ano 2000 para o 2001 e 2002). A própria arrumação da economia que foi feita a duras penas no governo anterior, enquanto era vítima de terrorismo eleitoral, bagunça, mentiras, perseguições e o diabo por parte do PT e aliados, foi base fundamental de cada investimento que pôde vir a ser feito em tempos recentes, e que não tinha caixa naquela época onde se estava arrumando e o mundo passou por três crises consecutivas. Mesmo assim seria o pior governo. Mesmo que fossem mesmo bons em economia, mesmo que as equipes da Fazenda, Banco Central e Planejamento não fossem basicamente os mesmos tecnocratas de Ibmec, Puc-Rio, FGV-São Paulo e FEA-USP. De todo jeito, seria o pior.

Um governo que tenta eliminar a liberdade de expressão sistematicamente só pode ser o pior. Um governo que se mancomuna com crimes de compra de deputados só pode ser o pior. Um governo que tira fotos de deputados transando com prostitutas de Brasília só podem ser o pior. Um governo que é cúmplice de Hugo Chavez só pode ser o pior. Um governo que tem como presidente o mesmo presidente do Foro de São Paulo só pode ser o pior. Um governo que cria um negócio criminoso como o PNDH-3 só pode ser o pior. Um governo a favor do aborto livre e financiado pelo SUS só pode ser o pior. Um governo chefiado por gente que ri de preso cubano e de justiçamento só pode ser o pior. Um governo que acolhe, defende, mantém pessoas responsáveis por violação de sigilos só pode ser o pior. Um governo que acolhe, defende e mantém fabricantes de dossiês só pode ser o pior. Um governo que se alia a Collor, Sarney e Renan Calheiros e os defende em seus crimes só pode ser o pior. Um governo que tenta desarmar a população como só Hitler fez só pode ser o pior. Não, não há igual. É o pior. Podem encher os bolsos de dinheiro, podem todos rirem, fingirem que são bons aqueles que não aceitam divergência e que em condições idênticas depredariam qualquer outro governo se governado por outro partido, mas é o pior, são as piores pessoas, são os que riem de justiçamento, tortura, prisão e assassinato.

Sabem quem vem aí? Zé Dirceu e Palocci! Sim. O chefe de todos os esquemas do Campo Majoritário do PT e o responsável pela República de Ribeirão, pela casa da putaria dos deputados, das orgias, o mesmo que mandou violar o sigilo do caseiro. Entendem? Zé Dirceu e Palocci! Talvez as duas pessoas que mais tem influências hoje no PT individualmente. Todo mundo sabe disso e já se fala em todo o jornalismo hoje sobre a briga desses dois mimosos. Zé Dirceu e Palocci. Eita! Que sigilo bancário e fiscal nunca mais vai existir nesse país! Que maravilha. Juntando com Franklin Martins, acho que não vai sobrar nem sigilo de e-mail, orkut, caixa de correio, quarto de motel, telefone, porra nenhuma mais. Acabou tudo. Vai ser só questão de tempo. Ou alguém aí viu esse pessoal se penitenciando, buscando punição para culpados, tristes com o passado de agente cubano ou coisa do tipo? Ah, tá!

Pessoal, vocês querem saber quem é o PT? São os mesmos que tentaram destruir a Igreja, implantar o aborto (com documentos aprovados em congressos e processo de expulsão de pró-vida do partido), defesas de ações pró-drogas e anti-família (vide o ministro Carlos Minc e todo agente partidário da área de cultura), negação do direito de propriedade, defesa do casamento fetichista gay (tipo, e por que não casamento de três homens ou três homens e quatro mulheres, então?), defesa da ditadura Gaystapo da GLBT com o PLC 122-06 (e a autora afirmou, disse claramente para um seminarista da Igreja Ortodoxa de SP que a lei garante sim a prisão para quem ler em cultos ou ritos determinados trechos da Bíblia ou falar sobre eles), a cassação do direito de trabalho para psicólogos que queiram ajudar homossexuais a abandonarem essa opção, o acobertamento de terroristas colombianos. Mas vamos falar só da Igreja, para não abusar. Como é que o PT junto com Leonardo Boff tentaram destruir a Igreja (incluindo todos os ritos e confissões)? Podemos ver isso do seguinte modo. Quantos textos e falas de petistas existem em favor de Gramsci? Impossível contar. E contra? Nenhuma.

Gramsci é o centro do petismo. Gramsci é aquele que defendeu a tese de que o comunismo só conseguiria chegar ao poder no ocidente quando se destruísse a Igreja. E como destruir a Igreja? Assim como com as outras instituições, a Igreja deveria ser invadida, deveria ser tomada por dentro, destruída por dentro, propositalmente. Daí é que se criou a heresia da Teologia da Libertação (sim, e Frei Genésio Boff, quer dizer, Leonardo Boff, sempre canta lôas à Gramsci, jamais critica e sempre canta lôas), a heresia dos que não acreditam algo pior que o Islão, uma heresia feita para destruir, não por fé ou para abrir um caminho como o dos ismaelitas, do povo revoltado. Não. Foi feito para destruir por dentro a Igreja. Isso virá à tona em breve, em estudos de história da Igreja, não tardará e virá à tona, é só esperar um pouco.

Agora, se alguém duvida, duvida que o grande centro, o grande inspirador do petismo (talvez mais que Lênin), realmente era contra Deus, contra o cristianismo, contra a Igreja, vamos ver o que ele fala:

“O Moderno Príncipe, desenvolvendo-se, subverte todo o sistema de relações intelectuais e morais, uma vez que seu desenvolvimento significa, de fato, que todo ato é concebido como útil ou prejudicial, como virtuoso ou criminoso, somente na medida em que tem como ponto de referência o próprio Moderno Príncipe e serve ou para aumentar o seu poder ou para opor-se a ele. O Moderno Príncipe toma o lugar, nas consciências, da divindade ou do imperativo categórico, torna-se a base de um laicismo moderno e de uma completa laicização de toda a vida e de todas as relações de costume”.

O “Moderno Príncipe” é o Partido. Compreendem? E o cara propõe aí que se deve colocar ele no lugar de Deus nas consciências das pessoas. Alguém se lembra do ministro de Lula que ri quando fala de quando participou de assassinato? Ele ri porque o assassinato em questão estava de acordo com o Moderno Príncipe.

Eu não quero saber se a Igreja está certa ou errada. Passei 22 anos de minha vida sem me importar com isso (tanto que eu participava do Moderno Príncipe) até me converter há menos de três anos. De qualquer modo, não importa se a Igreja está certa ou não. Eles querem acabar com ela. E se ela estivesse certa? E se o sistema louco, o Moderno Príncipe estiver errado? Todo mundo se lasca? Mas, nem isso. E se a Igreja é uma instituição a nível terreno, invadi-la para destruí-la, usá-la, não é um ato canalha, criminoso em si?

O povo brasileiro está cometendo uma loucura. É muito mais absurdo do que ser criminoso ou burro. Chegou-se ao ponto da cegueira total. Estamos às portas da barbárie mais extrema. O grau de imbecilidade comentadora talvez seja o mais grave. A presunção em repetir bobagens sem fundamento com voz cheia de afetação, com aquele ar professoral. Isso não tem como dar em boa coisa, nunca vai dar certo um circo desses.

Estão todos se vendendo por um preço muito baixo. Muito baixo. Todas as instituições da nação se venderam por um preço baixíssimo, padres, pastores, artistas, empresários, comunicadores, educadores, todos, talvez até os militares, todos vendidos.

Até ainda há tempo para mudar. Basta imprimir palavras como essas e distribuir, em papel mesmo, entre amigos, nos meios de pessoas trabalhadoras, em portas de igrejas, em locais onde ainda haja homens e mulheres com menos do que quatro pés no chão, enviar para pessoas com algum grau de influência. É a última chance. Depois o controle total será somente questão de tempo.

Você ainda pode fazer alguma coisa. Ainda pode decidir se vai ficar com esse prato de lentilhas ou se vai decidir fazer jus à sua capacidade de ter dois e não quatro pés no chão.

E eu afirmo que há tempo pelo seguinte: é falso que as pessoas sejam entusiastas de Lula, entusiastas desse mito forçado. Apenas há um mar de slogans, há um cardápio composto por canalhas que pensam quase iguais. Não há nenhuma opção. Só há propaganda, ZERO informação. O mito é forçado. Apenas ninguém falou contra ele, apenas ninguém falou contra ele com autoridade, autoridade de quem está de posse de fatos, quem está de posse de dados, quem conhece a história, quem se preocupa com os filhos, com os amigos, com cultura. A oposição falsa dos yuppies do DEM e do PSDB jamais poderia levar alguém a ter posição, a entender o que se passa.

Você não precisa ter medo do seu amigo sabichão de esquerda que vai responder com perguntinhas retóricas fingindo enfezamento. Veja-o como o coitado que é preso desde a adolescência nas chantagens emocionais e mentirosas de professores e amigos de esquerda, aquele mesmo tipo de gente que tomou suas posições não por tê-las examinado atentamente, mas sim por mania, por precipitação, por reconforto psicológico. Primeiro eles entram no pensamento esquerdista, depois esquecem que em lugar nenhum do mundo a esquerda trouxe ganho verdadeiro ao homem. São hipócritas. Veja-se o patrimônio dos socialistas Dilma Rousseff e Plínio de Arruda Sampaio, ambos milionários. Mas enquanto isso os cubanos morrem de fome e eles não se importam. Enquanto isso o povo de Cuba não pode trocar livremente experiência cultural, não tem liberdade de informação, não tem direito de escolher outro presidente, em cada rua tem um vizinho que é guarda da revolução e tem autoridade dentro de suas casas.

O tigre é de papel. Ainda há tempo para destruí-lo.

Roube esse texto! Imprima esse texto! Distribua esse texto!

Mande para todos os seus contatos!

E veja a fogueira da mentira e da mistificação crescer antes que você entre na fogueira do grampo telefônico, da perda do sigilo fiscal, da perda do sigilo bancário, da perda do sigilo na internet, na sua vida inteira.

Lembre-se do que disse Tarso Genro do PT há menos de dois anos quando integrantes do MST executaram 4 homens em Pernambuco: “o governo (lembrando, O MESMO QUE FINANCIA O MST) não pode se preocupar com ações mais arrojadas dos movimentos sociais!”

Talvez você prefira esperar para sofrer um dia uma “ação mais arrojada de movimentos sociais” em sua vida. Talvez você prefira fingir superioridade, tranqüilidade olímpica, esperteza, enquanto na verdade tudo isso não passa da perda da condição humana, de uma irresponsabilidade, de uma burrice, uma limitação de suas capacidades e das dos outros para não ter que ver os beicinhos dos mentirosos que o rodeiam, preferindo ver seus sorrisos forçados de maníacos, e ouvir suas proclamações de bonanças.

Propague esse texto e outros textos. Fale, antes que seja tarde. Desmoralize mentiras. Desmistifique embromações. Ajude a acabar com esse circo maldito. Essa é sua última chance. Ainda há tempo. Última chance.

[Aproveitem e vejam esses dois links: http://www.youtube.com/watch?v=_W0l5tWr4RY e http://www.olavodecarvalho.org/semana/100830dc.html Além disso, leiam o quanto puder o http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo E desafio qualquer um a ler 100 artigos do Reinaldo ou do Olavo e provar que estão errados. Mas não adianta vir com lavagem cerebral de escola, ler 5 artiguinhos e responder com slogans. Ou lê mais de 100, ou lê a sério, ou cala e não enche.]

Paulo Yuri

Video desmente fuga de Bolsonaro da UFF

Clique aqui para ver o video.

Abaixo seguem comentários meus a respeito do video.


Só há uma expressão que pode resumir aquilo que senti ao observar estarrecido esse bando de marionetes comunóides: VERGONHA ALHEIA!

So imagino o dia em, relembrando esse dia, e depois de ja ter caido a ficha deles (Deus queira!), coloquem a mão na cabeça e digam: "que M**** que eu fiz!"

No minuto 2:05 as marionetes começam a mentir a cerca de Bolsonaro, chamando-o de travesti - mais uma estratégia comunista, a de denegrir com mentiras a imagem da oposição. Por quê? Pois eles NAO TEM ARGUMENTOS. Se voces nao tem argumentos, CALEM A BOCA!

Em 2:16 o estudante fala: "3 gays morrem todo dia no Brasil por causa de posturas como a de Bolsonaro". Novamente... MENTIRA! Primeiro, nao se pode afirmar que 3 gays morrem todo dia no Brasil, pois ele nao cita a fonte. E geralmente essas "pesquisas" nao sao imparciais, mas conduzidas e tendenciosas! E mesmo que sejam 3 gays/dia, isso dá um total de 1095 num ano. Voces sabem quantos brasileiros morrem em média anualmente? 50.000! Logo é mais jogo virar viado do que ser brasileiro!

Segundo, NAO É POR CAUSA DA POSTURA DE QUEM É CONSERVADOR que os gays sao mortos; eles sao mortos geralmente porque trabalham em locais de risco, de madrugada, onde qualquer um morreria, ou (muitos) sao vitimas de crimes passionais, quando sao mortos por algum motivo besta, por seus companheiros/ex-companheiros.

"A culpa, a culpa" NAO é do Bolsonaro! Cada um colhe o que planta! Se os gays trabalham de madrugada em pontos perigosos, circulam em ambientes que oferecem risco à segurança, se namoram com gente que fica alucinada quando é trocada por outro(a) e por isso resolve matar, "a culpa, a culpa" NAO é do Bolsonaro nem dos conservadores! Cada um colhe o que planta!

Do minuto 3:04 ao 3:19 há uma prova de criatividade: voces sabem fazer rima! Parabens! Trofeu joinha! Quem sabe voces deveriam virar repentistas!

E depois de terminar de cantar 3 vezes a rima recém-criada (aos 3:19), ficam olhando pra baixo, pros lados, como crianças mostrando: "olha, pai! olha o que eu acabei de fazer!". Novamente: VERGONHA ALHEIA!

Ate o Bolsonaro ficou meio que olhando pra baixo, acho que de tao constrafgido que ficou, de tanta MERDA que estava presenciando! Aposto que teve que tomar um banho depois que chegou em casa! Eu tomaria! hahahah

Aos 4:00 começam com "ooohhhh"! Gente, acordem! Voces estao pagando O mico! enquanto voces estao queimando O FILME de voces, os cabeças da esquerda, se virem esse video, vao dar risada de voces! Voces sao so peões pra eles! Eles estao pouco se fodendo pra voces!

Nao ficarei surpreso se um daqueles estudantes-marionetes entrar em confronto (e.q. matar) com seus colegas de faculdade que discordaram deles no inicio do video. Se eu fosse eles, cuidaria por onde ando, afinal essa é uma tática que os esquerdistas usam desde há muito tempo: MATAR!

outra coisa importantissima que eu ja ia esquecendo de escrever:

NAO PODEMOS ENTRAR NO JOGO DOS MENTIROSOS, INTOLERANTES, DISCRIMINADORES ESQUERDISTAS!

Eles dizem que somos intolerantes (quando eles é quem sao - novamente, NOS ACUSAM DAQUILO QUE ELES MESMOS SAO E PRATICAM), "homofóbicos" (alguem ja encontrou alguma definição clara e objetiva desse termo em algum projeto de suicidio coletivo, ops, lei, do governo?); dizem isso querendo passar a mensagem de que nao aceitamos as pessoas, nao toleramos isso ou aquilo, que lutamos contra os gays! Gente! Que absurdo! A única coisa contra a qual temos lutado é CONTRA O FIM DA LIBERDADE DE EXPRESSAO, PENSAMENTO, CREDO etc E nada mais!

CONTRA A INTROMISSAO DO GOVERNO (COMUNISTA/PETISTA) onde nao lhe cabe qualquer papel! Como eu ja disse, os comunistas querem tomar o papel de Deus nada vida das pessoas!


Quem quer DAR O CÚ, que dê! Quem quer chupar um pau, que chupe! Eu acho errado, mas isso é uma escolha de cada um! As consequencias quem irá colher é essa pessoa que escolheu por isso!

Nao podemos assumir como sendo nossa uma posição mentirosa que nos é atribuida pelos esquerdistas!

NAO SOMOS CONTRA OS GAYS, somos contra o fim da liberdade de expressao, credo, pensamento!

Outra coisa: há ainda atitudes por parte do GOVERNO FEDERAL e grupos gays influentes no Brasil, que IMPEDEM pessoas que querem mudar para o heterossexualismo sejam bem-sucedidas!

Isso é a democracia pregada pela esquerda? Nao! Essa é a cracia do demo!

Aposto que se algum ungido de Deus botar a mao na cabeça desses esquerdistas, vai sair demônio até pelos poros da pele deles!

Exemplo claro da estratégia comunista: acuse-os do que você faz!

Em artigo publicado por Reinaldo Azevedo, ele comenta o seguinte:

Os comentários entre [], os destaques em itálico e em negrito foram feitos por mim, Shaul, dono deste blog.

"o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) FOI CONVIDADO para debater “homoafetividade” num evento na Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense, onde há uma minoria de esquerdopatas que costuma tiranizar a instituição. Muito bem! Quem convida Bolsonaro sabe o que vai ouvir. Se o fizeram, sua palavra tinha de ser garantida. É assim na democracia.

[Por que tinha que ser garantida? Ué, era um debate , nao era? Então pressupõe-se que ambos os lados teriam as mesmas oportunidades para expor seu ponto de vista sem serem taxados de qualquer coisa que seja. Continuando]

Durante o debate, os fascistas iluministas, que só aceitam ouvir as pessoas com as quais concordam, impediam a sua [de Bolsonaro] fala, com gritos e zurros. Dois vereadores de Niterói, também convidados para o evento, Leonardo Giordano (PT) e Renatinho (PSOL), resolveram lhe entregar uma moção de repúdio aprovada pela Câmara de sua cidade. É uma provocação estúpida e barata. Se queriam mesmo fazer chegar o documento ao deputado, que o levassem a seu gabinete ou a seu escritório político. Entregá-la ali é demagogia de picaretas. Não concordo com quase nada do que Bolsonaro diz, mas ele fez o que eu faria: rasgou o papel e jogou no lixo. Está certo.

A fascistada ficou assanhada. Bolsonaro chamou um táxi para ir embora [Oh meu Deus! Ir embora? Mas por quê? A conversa tá tão boa! Simplesmente porque chamaram ele não para ouví-lo, mas para, como se ele tivesse sido capturado e estivesse amarrado a uma cadeira, torturá-lo com XINGAMENTOS E ACUSAÇÕES! Novamnente: chamaram-no para atacarem-no com XINGAMENTOS E ACUSAÇÕES! Vocês entenderam o que eu disse? Os anfitriões, aqueles que o convidaram, esses mesmos, por discordarem da opinião de Bolsonaro e por não quererem que sua oportunidade de "torturá-lo" fosse por água abaixo, COMEÇARAM A ATACÁ-LO E A ACUSÁ-LO COM MENTIRAS! Qualquer um iria embora depois de perceber que aquilo era qualquer coisa, menos um debate! Era uma armadilha! Era uma PIADA!]. Os mesmos que não o deixavam falar tentaram impedi-lo de ir embora e queriam agredi-lo [MEU DEUS DO CÉU!!!! Aonde estamos indo? Onde vamos chegar? As pessoas perderam a noção do ridiculo, do absurdo, da descência, da educação!]. E o chamavam, vejam vocês, de “nazista”, “assassino” e “torturador”. Nazista não é. Nunca matou ninguém. Também não é torturador. Segue o vídeo. Retomo em seguida."

Clique aqui ou aqui para ver o video.

Comentários ao video:

no minuto 4:15 um rapaz fala para Jair Bolsonaro: "aqui voce nao vai conseguir nada". Meu amigo, Bolsonaro foi o CONVIDADO, esqueceu? Não foi ele que reuniu vocês para tentar convencê-los do seu ponto de vista! Foram vocês que o convidaram para sei lá o que, humilhá-lo ou qualquer coisa pior!

no minuto 5:13 vem outro engraçadinho e fala (!!!): "voce ja falou muito hoje"!!! UAHuahAUHauhAUHauHAUhauH sem comentários!! hahahahahahah Ou esses esquerdistas são comediantes, ou devem sofrem de Alzheimer, já que perdem a memória de curto prazo, ou, melhor ainda, são peixes travestidos de pessoas, pois para ter uma memória tão curta, só sendo um peixe mesmo, ou são muito caras-de-pau, sem-vergonhas, como diria Olavo de Carvalho, "uma PUTADA" sem escrupulos!

Aqui está a prova do titulo deste post: eles o convidaram, não deixaram que ele falasse; no momento em que resolveu se retirar, pois não iria se submeter a tamanho ridiculo, criancisse, ELES COMEÇARAM A ACUSÁ-LO por discordar deles! Quem é intolerante nessa história? Quem é preconceituoso? Garanto-lhes que não é Jair Bolsonaro.

Mais uma vez: A ESTRATÉGIA ESQUERDISTA É ACUSAR O "INIMIGO" (meu Deus, somos todos brasileiros, filhos da mesma Pátria, e já chegamos a esse ponto! Tudo por causa da INTOLERÂNCIA E DA SANHA DA ESQUERDA) DAQUILO QUE ELES FAZEM, DAQUILO QUE ELES SÃO!

Segue a continuação do artigo de Reinaldo Azevedo:

"A PM teve de ser chamada para garantir a segurança de uma pessoa de quem aqueles iluministas discordam. Isso dá uma idéia de como seria o mundo caso eles realmente chegassem ao poder. E o vereador Renatinho, do PSOL, que agora é o partido da turma do Tropa de Elite??? Ah, ele acha que foi Bolsonaro quem se comportou mal: “Ele foi extremamente deselegante e indelicado. Desrespeitou o Poder Legislativo e a população de Niterói. Feriu os direitos humanos. Vou me reunir com o meu partido para decidir qual medida tomaremos contra Bolsonaro”.

Ulalá! Renatinho esqueceu que Bolsonaro também foi eleito — e certamente com mais votos do que o ilustre… Mas é compreensível. Se esse rapaz soubesse o que é democracia, não estaria no PSOL, certo? É uma questão de fundamento. Nem a Heloísa Helena agüentou e pediu pra sair…

Bolsonaro diz, sim, algumas coisas que considero detestáveis — no combate ao kit gay do Fernando Haddad, no entanto, estava certíssimo; até Dilma Rousseff achou que aquela porcaria era inaceitável. Mas e daí que eu discorde dele? A democracia existe para garantir a discordância, não para impor a concordância.

Mas quem disse que aqueles meliantes morais gostam de democracia? São eles os verdadeiros Bolsonaros que fantasiam. O Bolsonaro de fato é o falso… O deputado só estava numa universidade, aceitando o debate democrático. E, embora sozinho, foi vítima de gente que só sabe atacar em bando. Onde estão mesmo os “nazistas”?

PS - A cada evento como esse, aumenta o eleitorado de Bolsonaro. Essa corja incapaz de contestar de modo civilizado aqueles de quem discorda é o maior cabo eleitorl do deputado.

Por Reinaldo Azevedo"

Que Deus tenha misericórdia desse povo, dos politicos, e desta terra! Que a Sua vontade seja feita neste País, assim como é feita no céu!

Isaias 5:20

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!


Lembrem-se, as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã; esta é a razão para não sermos consumidos. Como elas se renovam a cada manhã, todo dia é dia de arrependimento! Arrependam-se dos seus pecados e voltem-se para Deus, pois ele tem prazer em perdoar! Recebam Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas, e nunca mais vocês estarão sozinhos, pois Ele prometeu que estaria com aqueles que O tem como Senhor e Salvador todos os dias, até o fim dos dias!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Cérebro ateu: viciado em ateísmo

Matthew Cullinan Hoffman

9 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — As fileiras de ateus famosos respeitados pelos grandes meios de comunicação estão agora recebendo a companhia de um psiquiatra e uma jornalista que conjuntamente escreveram o livro “Why We Believe in God(s): A Concise Guide to the Science of Faith” (Por que Cremos em Deus[es]: Um Guia Conciso para a Ciência da Fé). Os dois autores afirmam, em resumo, que Deus não é nada mais do que uma invenção de nossas imaginações biologicamente determinadas.

Num recente artigo sobre o livro, J. Anderson Thomson, psiquiatra da Universidade da Virginia, e a “escritora médica” Clare Aukofer repetem chavões estragados do repertório do ateísmo alemão do século XIX, vestidos elegantemente como “ciência” moderna. Eles começam citando a letra oca de “Imagine” de John Lennon, em que ele afirma que o paraíso socialista que ele visualiza traria “paz” “sem nenhum céu… sem nenhum inferno abaixo de nós… e também sem nenhuma religião”.

“Sem nenhuma religião”, os autores escrevem com entusiasmo. “O que será que Lennon estava querendo que imaginássemos? Para começar, um mundo sem mensageiros ‘divinos’, como Osama bin Laden, que vivia produzindo violência. Um mundo onde erros, como a perda evitável de vida no furação Katrina, seriam retificados em vez de atribuídos à ‘vontade de Deus’. Onde políticos não mais competem para provar quem acredita mais fortemente no irracional e indefensável. Onde o raciocínio crítico é um ideal. Em resumo, um mundo que faz sentido”.

Como fazemos “sentido” de um mundo que nada mais é do que as agitações cegas da matéria, sem nenhum propósito decisivo, está além de minha compreensão, e é de surpreender que os autores não tivessem lidado com isso. Mas certamente essa dupla poderia propor mais do que as acusações surradas de “violência” que os ateus sempre apontam para a religião. Os ateus sempre parecem se esquecer de que os governos mais cruéis e violentos da História, tais como o da China de Mao e da Rússia de Stálin, foram inspirados por e dirigidos por ateus.

O governo ateísta da China continua a impor assassinatos em massa em seu povo por meio de sua coerciva “política de um filho só”, a qual agora resultou em centenas de milhões de mortes por meio do aborto. Mas quem está fazendo a contagem? Certamente, não os ateus, que têm a improbabilidade até mesmo de reconhecer o valor humano dos bebês em gestação.

Aqueles que defendem o teísmo num sentido geral não afirmam que é uma condição suficiente para uma vida integra. As grandes religiões mundiais nem sempre conduzem à verdade, e os erros que estragam algumas delas têm provocado real sofrimento para a humanidade. Mas negar a existência de Deus, que é a única base concebível para uma moralidade objetiva, é mal a resposta. Se os seres humanos não são nada mais do que uma configuração de átomos sem nenhum propósito decisivo, o conceito de certo e errado fica sem sentido. Certamente até mesmo um psiquiatra pode ver isso, e talvez até mesmo uma jornalista.

Os autores esperam que esqueçamos que a religião produziu muito, ou até mesmo, grande parte da arte e arquitetura de que a humanidade tanto gosta, bem como o moderno sistema educacional? Eles pensam que uma fenda mesquinha acerca de Osama Bin Laden servirá para descartar as vastas obras de caridade, desde hospitais e abrigos para gente sem moradia até imensas agências internacionais de assistência, que foram inspiradas em crenças religiosas? Certamente Thompson e Aukofer podem fazer mais do que ignorar em silêncio esses fatos imponentes, como se ignorá-los os fizesse desaparecer.

Os autores então fazem uso do velho truque de ateus alemães do século XIX como Feuerbach, Marx, Nietzsche e Freud, que nunca fizeram nenhuma tentativa de responder aos argumentos históricos para a existência de Deus, e em vez disso lançaram a pista falsa de explicações psicológicas, econômicas e biológicas para a religião. A suposição é que se pudermos explicar as origens de uma crença, temos de certo modo feito uma refutação dela, uma falsa conclusão boba que só serve para nos lembrar da impotência da posição do ateu.
Thompson e Aukofer pegam a rota biológica, afirmando que somos criados geneticamente para crer em Deus porque tal mecanismo foi útil aos nossos ancestrais como um mecanismo de sobrevivência.

“Como nosso DNA psicológico, os mecanismos psicológicos por trás da fé evoluíram durante eras por meio da seleção natural”, afirmam eles. “Eles ajudaram nosso ancestrais a trabalhar eficientemente em grupos pequenos e a sobreviver e se reproduzir, características desenvolvidas muito tempo antes da história registrada, desde os fundamentos profundos em nosso passado de caçadores-ajuntadores mamíferos, primatas e africanos”.

Os autores falam com tal monotonia de um parágrafo ao outro, citando trilhas evolucionárias especulativas ao teísmo que eles dizem foram oferecidas por pesquisadores. Eles borrifam seu comentário com observações bobas sobre a necessidade que o homem tem de “ligações”, “reciprocidade”, “amor romântico” e “hostilidades grupais”, como se algumas referências banais ao fenômeno psicológico pudessem explicar a convicção quase universal do homem no divino.
Contudo, as questões que eles deixam como se fossem boas quando não são falam mais sobre a própria psicologia deles do que qualquer outra coisa. Se a biologia evolucionária explica a convicção do homem em Deus, como é que explicamos o teísmo dos autores? Eles afirmam ser super-homens que, diferente do resto de nós, podem transcender suas próprias naturezas? Se dá para explicar a religião com nossos genes, o mesmo não seria verdade sobre o ateísmo? O que vale para um vale igualmente para o outro.

Reduzir as ideias do homem à sua biologia, aliás, destrói o fundamento de todo conhecimento. Se nossas ideias são determinadas por nossos genes, então como é que podemos saber que qualquer coisa em que cremos é verdade? Tais refutações foram há muito tempo apontadas contra o raciocínio confuso dos materialistas, mas os autores, confusos pelos grosseiros erros empíricos do moderno cientifismo, aparentemente não estão conscientes do debate histórico. A ignorância da história das ideias é uma característica dolorosamente comum entre os ateus.

O artigo do jornal Los Angeles Times é apenas o mais recente lembrete do efeito do ateísmo numa mente que, em outras circunstâncias, é competente. O fato de que os autores do artigo escreveram um livro inteiro acerca de sua tese evolucionária sobre as origens da religião, ao que tudo indica totalmente inconscientes das falácias simples que sustentam suas premissas, faz pouco mais do que ilustrar uma verdade que já foi provada muitas vezes pelos modernos adeptos da descrença: a irracionalidade do ateísmo mina a capacidade de alguém pensar.

publicado em http://juliosevero.blogspot.com/2011/10/cerebro-ateu-viciado-em-ateismo.html

Veja também:

Mais de 500 Cientistas Doutorados Proclamam Suas Dúvidas Acerca da Teoria de Darwin

Advogado que defendeu teoria da evolução era defensor do comunismo

Democracia normal e patológica – I

Escrito por Olavo de Carvalho | 05 Outubro 2011
Artigos - Cultura

A extrema esquerda se distingue da esquerda por uma questão de grau. Já a extrema direita e a direita acabam se revelando incompatíveis em essência.

A patologia depende da fisiologia. Não é possível saber se um órgão está doente quando não se tem ideia de como ele deveria funcionar normalmente. O mesmo princípio vigora na análise política. Não se pode falar de uma doença política da democracia quando não se tem uma ideia clara do que é uma democracia normal.

Felizmente para o estudioso, as democracias normais não somente existem, mas são mesmo as nações mais visíveis e influentes do mundo. Malgrado as forças patológicas que permanentemente as assaltam desde dentro e desde fora, e malgrado a inabilidade com que por vezes se defendem, essas democracias ainda exibem uma vitalidade invejável.

A Inglaterra e os EUA são as mais antigas. Alguns países escandinavos consolidaram-se como democracias normais desde a segunda metade do século 19. A Alemanha, a Itália e a França, após várias tentativas falhadas, só conseguiram se estabilizar nessa condição após o término da II Guerra Mundial. A democracia israelense nasceu junto com o próprio Estado de Israel, em 1947.

As democracias normais mais novas são a Espanha, Portugal e alguns países do Leste Europeu libertados do jugo comunista no começo dos anos 90. Material para estudo e comparação, portanto, não falta. Só um cretino ou alguém interessado em confundir propositadamente as coisas pode ignorar o que é normalidade democrática, ou chamar por esse nome algo que não é nem democracia nem muito menos normal.

Que é, no período histórico nascido desde a Revolução Americana, uma democracia política normal no Ocidente? Se o conceito genérico de "democracia" pode ser definido por traços meramente jurídico-formais, como a existência de uma ordem constitucional, partidos políticos, liberdade de imprensa etc., a mera presença desses traços é comum às democracias saudáveis e as doentes. A normalidade do sistema democrático tem de ser aferida por diferenças substantivas que o mero formalismo não apreende.

Normalidade democrática é a concorrência efetiva, livre, aberta, legal e ordenada de duas ideologias que pretendem representar os melhores interesses da população: de um lado, a "esquerda", que favorece o controle estatal da economia e a interferência ativa do governo em todos os setores da vida social, colocando o ideal igualitário acima de outras considerações de ordem moral, cultural, patriótica ou religiosa. De outro, a "direita", que favorece a liberdade de mercado, defende os direitos individuais e os poderes sociais intermediários contra a intervenção do Estado e coloca o patriotismo e os valores religiosos e culturais tradicionais acima de quaisquer projetos de reforma da sociedade.

Representadas por dois ou mais partidos e amparadas nos seus respectivos mentores intelectuais e órgãos de mídia, essas forças se alternam no governo conforme o resultado de eleições livres e periódicas, de modo que os sucessos e fracassos de cada uma, na sua passagem pelo poder, sejam mutuamente compensados e tudo concorra, enfim, para o benefício da população.

Entre a esquerda e a direita estende-se uma zona indecisa de mesclagens e transigências, que podem assumir a forma de partidos menores independentes ou consolidar-se como política permanente de concessões mútuas entre as duas facções maiores. É o "centro", que se define precisamente por não ser nada além da própria forma geral do sistema indevidamente transmutada, às vezes em arremedo de facção política, como se numa partida de futebol o manual de instruções pretendesse ser um terceiro time em campo.

Nas beiradas do quadro legítimo, florescendo em zonas fronteiriças entre a política e o crime, há os "extremismos" de parte a parte: a extrema esquerda prega a submissão integral da sociedade a uma ideologia revolucionária personificada num Partido-Estado, a extinção completa dos valores morais e religiosos tradicionais, o igualitarismo forçado por meio da intervenção fiscal, judiciária e policial.

A extrema direita propõe a criminalização de toda a esquerda, a imposição da uniformidade moral e religiosa sob a bandeira de valores tradicionais, a transmutação de toda a sociedade numa militância patriótica obediente e disciplinada. Não é o apelo à violência que define, ostensivamente e em primeira instância, os dois extremismos: tanto um quanto o outro admitem alternar os meios violentos e pacíficos de luta conforme as exigências do momento, submetendo a frias considerações de mera oportunidade, com notável amoralismo e não sem uma ponta de orgulho maquiavélico, a escolha entre o morticínio e a sedução.

Isso permite que forjem alianças, alternadamente ou ao mesmo tempo, com gangues de delinquentes e com os partidos legítimos, às vezes desfrutando de uma espécie de direito ao crime. Não é uma coincidência que, quando sobem ao poder ou se apropriam de uma parte dele, os dois favoreçam uma economia de intervenção estatista. Isso não se deve ao slogan de que "os extremos se tocam”" mas à simples razão de que nenhuma política de transformação forçada da sociedade se pode realizar sem o controle estatal da atividade econômica, pouco importando que seja imposto em nome do igualitarismo ou do nacionalismo, do futurismo utópico ou do tradicionalismo mais obstinado.

Por essa razão, ambos os extremismos são sempre inimigos da direita, mas, da esquerda, só de vez em quando. A extrema esquerda se distingue da esquerda por uma questão de grau (ou de pressa relativa), pois ambas visam em última instância ao mesmo objetivo. Já a extrema direita e a direita, mesmo quando os discursos convergem no tópico dos valores morais ou do anti-esquerdismo programático, acabam se revelando incompatíveis em essência: é impossível praticar ao mesmo tempo a liberdade de mercado e o controle estatal da economia, a preservação dos direitos individuais e a militarização da sociedade.

Isso é uma vantagem permanente a favor da esquerda: alianças transnacionais da esquerda com a extrema esquerda sempre existiram, como a Internacional Comunista, o Front Popular da França e, hoje, o Foro de São Paulo. Uma "internacional de direita" é uma impossibilidade pura e simples. Essa desvantagem da direita é compensada no campo econômico, em parte, pela inviabilidade intrínseca do estatismo integral, que obriga a esquerda a fazer periódicas concessões ao capitalismo.

Embora essas noções sejam óbvias e facilmente comprováveis pela observação do que se passa no mundo, você não pode adquiri-las em nenhuma universidade brasileira nem na leitura dos comentários políticos usuais, pois praticamente todo mundo que abre a boca para falar de política nesse país, com exceções tão minguadas quanto inaudíveis, é parte interessada e beneficiária da confusão geral, a começar pelos professores universitários e comentaristas de mídia.

No próximo artigo, aplicarei os conceitos aqui resumidos à análise da democracia brasileira.




Publicado no Diário do Comércio.

publicado em http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/12463-democracia-normal-e-patologica--i.html

Quantos cristãos são mortos anualmente por causa de sua fé?

DO SITE VOICE OF THE MARTYRS


It is impossible to know with absolute certainty the exact number of Christians killed for their faith each year. However, according to the World Evangelical Alliance, more than 200 million Christians in at least 60 countries are denied fundamental human rights solely because of their faith.

Much of today's persecution still takes place in remote areas of countries often cut off from or with restricted access to modern communications. Most martyrs suffer and die anonymously—unknown and forgotten—their deaths unrecorded except in heaven. What is reported often occurs weeks, months and even years after the fact. Persecution is often such a part of life that it hardly dawns on the afflicted to tell the world. Even then, many are nervous about sharing what they know for fear of retribution.

While various organizations have attempted to quantify the number of Christians killed, VOM instead focuses on the people involved, sharing faces and stories, not figures.

http://www.persecution.net/faq.htm

Inversão totalitária

Inversão totalitária

Olavo de Carvalho
O Globo, 27 de julho de 2002



Todo movimento ou partido político busca autodefinir-se em slogans genéricos de aceitação compulsória, de modo a colocar automaticamente seus opositores numa posição indefensável. Se um partido se apresenta como porta-voz da “liberdade”, do “anti-racismo” ou dos “direitos humanos”, quem ouse criticá-lo no que quer que seja se denuncia no ato como adepto da opressão, do racismo ou da injustiça, embora não tenha realmente defendido nada disso e embora esteja falando de coisa completamente diversa. A força do slogan permite desviar toda discussão de pontos concretos para um confronto estereotipado entre os valores ideais e o mundo mau que se opõe à sua realização. Abrigadas por trás de belas generalidades, as ações concretas do partido ou movimento, por mais ambiciosas, cruéis ou imorais que sejam, ficam a salvo de críticas.

Mas, tal como o sentido de uma filosofia só se esclarece quando sabemos a que outra filosofia ela se opõe, o espírito de um movimento político não se revela por seus ideais professos, mas pelos obstáculos e antagonismos que ele busca remover do seu caminho. Importa menos saber “pelo quê” ele luta do que “contra quê”. A Revolução Russa dizia querer apenas “pão, terra e liberdade”. Na prática, a luta por esse ideal consistia na destruição de toda uma classe social pelo terror e pelo homicídio em massa, mas quem quer que se opusesse a essa política era denunciado como um malvado que queria negar pão, terra e liberdade aos pobres.

Do mesmo modo, as reivindicações dos movimentos ditos “de minorias” são aparentemente modestas e irrecusáveis. Quem negaria a um ser humano garantias contra a discriminação por motivo de raça, gênero ou preferências eróticas? O problema começa quando você pergunta o que esses movimentos vão destruir para chegar a seus objetivos.

O governador paulista Geraldo Alckmin, por exemplo, baixou em novembro de 2001 uma lei que pune com multa quem impeça a entrada, em instituições particulares abertas ao público, de algum sujeito identificado como gay. Bem, a presença de um travesti numa sinagoga, numa mesquita ou numa igreja ortodoxa é uma afronta a regras milenares. Aí surge um conflito entre os direitos de dois grupos. Um desses grupos define-se pela comunidade de preferências e gostos sexuais. Outro pela comum devoção a valores morais e religiosos que fundaram civilizações e deram à espécie humana a consciência de sua dignidade. Deve este último ser proibido de praticar sua moral dentro de seus próprios templos para não ferir suscetibilidades advindas de uma peculiaridade de gosto? A adoção universal desse princípio teria as mais catastróficas conseqüências em escala civilizacional e até antropológica. Mas o movimento gay não está nem ligando. A obsessão de seus direitos grupais cega-o para os direitos do restante da Humanidade. A desproporção entre a pequenez dos interesses que a lei do sr. Alckmin protege e a imensidão do que ela terá de destruir para protegê-los é monstruosa. Mas, para saber até onde um político é capaz de chegar na sua ânsia de ostentar bom-mocismo, basta notar que a mesma lei, proibindo quaisquer atos “vexatórios, discriminatórios e atentatórios” contra a comunidade gay, inclui entre esses atos os “de ordem filosófica”. Sim, senhores: filosófica. Está lá na alínea 1 do art. 2 da lei estadual 10.948. Ora, que seria um ato vexatório de ordem filosófica? Pensar em voz alta contra a ideologia gay incomoda tremendamente os gays, logo é um ato vexatório. O presente artigo, publicado em São Paulo, estaria sujeito a multa.

Mas não há nisso nada de estranho. Movimentos como aquele que essa lei protege não podem, por definição, tolerar objeções de espécie alguma. Eles próprios nem parecem dar-se conta disso, tal a naturalidade, quase a inocência, com que saltam das exigências irrecusáveis para a imposição de caprichos totalitários. A lógica paradoxal com que passam de uma coisa a outra é tão sutil quanto incontornável: dos slogans genéricos que servem para bloquear a discussão de pontos concretos, nenhum é mais eficiente do que a “luta contra o preconceito”. Claro: quem quer que se oponha ao inimigo nominal dos preconceitos só pode fazê-lo... por preconceito! E preconceitos são abomináveis. Logo, antes mesmo de terminar de falar, o imprudente já se vê cercado por uma malha de reações emocionais — senão físicas — de repulsa e desprezo, que bloqueiam qualquer discussão séria de seus argumentos.

É evidente que, em tais circunstâncias, a palavra mesma “preconceito” teve seu sentido invertido. Significava a rejeição prévia de uma idéia que não se queria examinar. Agora é um rótulo infamante que se cola sobre uma idéia para não ter de examiná-la. A “luta contra o preconceito” tornou-se a mais gigantesca máquina de criar preconceitos. Ao infeliz que caia dentro de suas engrenagens, de nada servirá a alegação, por mais sincera, de que nada tem contra os gays ou qualquer outra “minoria”, de que quer apenas preservar a escala hierárquica dos direitos para que os direitos menores não pisoteiem os maiores. Isso também será uma prova de “preconceito”.

Os efeitos dessa inversão são incalculáveis. Psicologicamente, ela paralisa nas multidões a capacidade de raciocinar sobre o ponto em discussão, induzindo-as a aceitar passivamente a opinião de quem grite mais alto. Sociologicamente, demole o princípio mesmo de hierarquia racional inerente à idéia de direito, preparando o advento de um novo tipo de Estado em que as únicas fontes do direito serão o poder de pressão, a intolerância arrogante e a chantagem psicológica.

publicado em http://www.olavodecarvalho.org/semana/07272002globo.htm

Um cristão é assassinado a cada 5 minutos

Um cristão é assassinado a cada 5 minutos

Conferência de “Luci sull'Est” sobre a perseguição a cristãos no século 21

ROMA, segunda-feira, 26 de setembro de 2011 (ZENIT.org) – “A cada cinco minutos, um cristão é assassinado por razão da sua fé. A cada ano, 105 mil cristãos no mundo são condenados ao martírio: um verdadeiro holocausto, do qual se fala muito pouco.” Estes são alguns dos dados fornecidos na conferência de Roma intitulada “Os bons serão martirizados. As perseguições aos cristãos no século 21”.

O evento foi realizado na Universidade Pontifícia Lateranense, por ocasião do 20º aniversário do nascimento, em Roma, de “Luci sull' Est”, uma associação de voluntariado leigo de inspiração católica que, depois da queda da União Soviética, começou a enviar livros, terços e outros materiais religiosos aos países ex-soviéticos.

Entre os participantes, destacam-se: o bispo de San Marino-Montefeltro, Dom Luigi Negri; o eurodeputado Magdi Cristiano Allam; o diretor de Asia News, Pe. Bernardo Cervellera; e o representante da OSCE para a luta contra a discriminação dos cristãos e diretor do Centro de Estudos das Novas religiões (CESNUR), Massimo Introvigne. O moderador foi o jornalista Julio Loredo.

Autossuficiência do homem

Ao tomar a palavra, Dom Negri afirmou que o martírio dos cristãos é uma parte importante no mistério da iniquidade, já que não nasce da maldade, mas de um ódio intelectual, ideológico, da impossibilidade de acolher a mensagem de Cristo e da “ideologia sobre a autossuficiência do homem”, “porque todas as ideologias convergem, muito além das suas diferenças, no fato de que o homem se converteu no deus de si mesmo”.

O bispo de San Marino-Montefeltro falou depois sobre o “carisma do martírio” como da “maior confirmação do Espírito de Deus”. “A modernidade – acrescentou – termina no ateísmo, e o ateísmo acaba na violência. A verdade ideológica não é inclusiva, mas se afirma na exclusão do que é diferente. Por isso, nos regimes totalitários, os diferentes eram eliminados.” Em definitiva, uma “lógica férrea, na qual não entram o satanismo e a corrupção”.

O prelado falou depois de uma ideologia que se apoia nos poderes fortes, definida por Bento XVI como tecnociência, e concluiu dizendo: “Os mártires existem e, com sua contribuição, eles nos convidam a ser cristãos autênticos”, já que “as testemunhas apaixonadas de Cristo são incansáveis comunicadoras da sua vida divina a todos os homens”.

Emergência humanitária

“A intolerância, a discriminação e a perseguição dos cristãos de hoje – disse Massimo Introvigne – é uma emergência humanitária que afeta todos nós; é um problema para a sociedade civil.”

“No livro 'World Christian Trends AD 30-AD 2200', o investigador David Barrett determina o número dos martírios cristãos no mundo em 70 milhões, 45 milhões dos quais aconteceram no século 20 – explicou Introvigne. O número é de 160 mil na primeira década deste século e se calcula que serão cerca de 105 mil na segunda década. Isso significa um mártir a cada cinco minutos. São assassinados não por motivos bélicos, mas religiosos.”

O interessante, acrescentou o diretor do CENSUR, é que “todos sentem simpatia pelas vítimas, mas também existe um assassino. Só que 'sobre isso, nós os escutaremos em outro momento', como diziam a São Paulo”. Entre os assassinos, cabe destacar o fundamentalismo islâmico, como no Paquistão, onde a apostasia implica na pena de morte e se considera como blasfêmia não acreditar no Islã.

Referindo-se a isso, Introvigne falou de outros 34 casos de condenação à morte similares ao de Asia Bibi, ainda que também haja regimes comunistas, como o da Coreia do Norte e da China, além de nacionalismos religiosos, como na Índia e na Indochina.

“Além do assassinato e da tortura – precisou Introvigne –, existe entre nós a intolerância, que é um fenômeno cultural: depois, está a discriminação, que é um fenômeno jurídico, para chegar à violência, que entre nós e mais raro”, como na França, onde “a polícia explica que se ataca uma igreja a cada dois dias”.

O caso da China

O Pe. Bernardo Cervellera, observador atento das questões religiosas nos países orientais, aprofundou na situação da China, da qual, atualmente, temos uma imagem “turística, com grandes arranha-céus, uma renda média elevada”, mas onde não se respeitam os direitos humanos e se leva adiante uma perseguição religiosa “como não se via desde os anos 50”.

O diretor de AsiaNews citou os muitos casos de bispos que foram detidos pela polícia porque se negaram a aderir à igreja patriótica. “Recentemente, antes das olimpíadas de 2007, 37 bispos clandestinos foram submetidos à prisão domiciliar”.

O Pe. Cervellera considerou importante, nesta situação, “o trabalho realizado por João Paulo II e por Bento XVI, graças ao qual muitos bispos do partido pediram perdão e voltaram à Igreja”.

“E o fato de que a Igreja esteja mais unida que nos anos 80 explica também o incremento da perseguição”, um aspecto que testemunha, no fundo, “um grande fracasso do partido comunista chinês, depois de 60 anos de perseguição”. Contudo, “muito além das perseguições – concluiu Cervellera –, há esperança. Neste país, atualmente, milhões de pessoas buscam a fé e cada ano 150 mil chineses pedem para ser batizados”.

Identidade

O eurodeputado e jornalista Magdi Cristiano Allam recordou que, nos países islâmicos, “de cada 10 perseguidos, 7 são cristãos e, de 1945 até hoje, 10 milhões de cristãos foram obrigados a deixar suas terras, junto a um milhão de judeus”.

O político egípcio de origem islâmica explicou que, no caso do Islã, a perseguição não é fruto da ideologia, mas de razões religiosas e, de fato, o judaísmo e o cristianismo são considerados heresias, enquanto o Islã é concebido como a única e verdadeira religião, chamada a converter todos.

Allam afirmou a necessidade de adquirir a certeza sobre a nossa identidade e sobre as raízes da nossa civilização: “Se nos tornarmos um terreno baldio, seremos terra de conquista”.

O ex-diretor do Corriere della Sera, que se converteu ao catolicismo e foi batizado em São Pedro em 2008 pelo próprio Papa Bento XVI, considerou que “o relativismo é uma ideologia, porque nega o uso da razão e proíbe avaliar os conteúdos religiosos, e assim compara as religiões, considerando-as iguais, prescindindo dos seus conteúdos”.

“A pessoa só é cristã se crê em Jesus Cristo – prosseguiu. Quando se coloca no mesmo nível Cristo e Maomé, acabamos diminuindo a certeza da nossa fé cristã, além de não nos declararmos cristãos e de legitimar o Islã – este é o único núcleo do problema. Ou recuperamos a certeza do que somos ou a nossa civilização acabará desaparecendo.”

Magdi Allam falou depois das incoerências: “Quando se ultraja outras religiões, todos se indignam, mas se o Papa é o ultrajado, isso é considerado liberdade de expressão”. Hoje, achamos que amamos o próximo odiando-nos entre nós, e na ideologia da falsa bondade, aceitamos que o próximo exija prescindir de nós mesmos”.

O eurodeputado concluiu recordando que é necessário “ter a certeza de quem somos, a certeza da verdade”, já que há “valores não-negociáveis, como a sacralidade da vida e a liberdade religiosa”. Também convidou a encontrar a força “de testemunhar a certeza em Cristo em uma terra cristã. Somente se formos fortes por dentro, teremos a autoridade para pedir liberdade para todos os cristãos do mundo”.

publicado em http://www.zenit.org/article-28936?l=portuguese

M.I.S.S.A - Movimento dos Interessados em Sacudir Sua Alma

M.I.S.S.A - Movimento dos Interessados em Sacudir Sua Alma

DENÚNCIA

Segue abaixo descrição deste movimento que começou no RJ:

O evento começou como uma brincadeira na boate Melt do Leblon e tornou-se a festa mais badalada do Rio de Janeiro nos últimos meses, atraindo muito artistas e "fiéis" cariocas. Já teve 2 mega edições (2 mil pessoas) na Varanda do Vivo Rio, e agora faz uma "peregrinação" pelo Brasil. Já teve edições em Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza, todos com sucesso absoluto de público, e agora em Natal.

retirado do site http://www.rris.idc.ac.il/openhouse/?ref=14&toolId=XXX&website=Google&gclid=CL2frdmR1KsCFQ1b7Aod6QzDMg

Há quem diga que os "apresentadores" da festa se vestem de padre enquanto a bagunça rola solta.

SEGUE ABAIXO ARTIGO DO CODIGO PENAL A RESPEITO DO ULTRAJE A CULTO

Código Penal - Decreto Lei nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940

Art. 208 - Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:


http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/anotada/2329123/art-208-do-codigo-penal-decreto-lei-2848-40

Quatro recrutas homossexuais estupram o colega de farda

Quatro recrutas homossexuais estupram o colega de farda


O estupro que Amorim herdou de Jobim

Por Luiz Cláudio Cunha

Na noite de 19 de maio passado, um soldado de 19 anos fazia a faxina no banheiro do alojamento de um quartel do Exército na cidade gaúcha de Santa Maria, terra natal do então ministro da Defesa, Nelson Jobim. De repente, sem nenhuma razão, foi atacado por outros quatro soldados, que o jogaram na cama e o violentaram várias vezes, em rodízio.

Machucado, o jovem foi transferido em sigilo para um hospital militar, onde ficou internado durante oito dias. Só no quinto dia é que a família foi informada da internação, assim mesmo com uma falsa explicação: “Ele sofreu um mal súbito numa atividade interna do quartel”, fantasiou um militar aos pais do recruta.

Sigilo militar e vítima em isolamento

A investigação interna do Exército corre sob sigilo militar, após a denúncia de um sargento sobre a violência sexual. Ninguém foi preso, já que não houve flagrante, e o inquérito já foi prorrogado, ampliando para três meses o mistério sobre o caso.

O general Sérgio Westphalen Etchegoyen, responsável pela investigação, diz que a vítima foi isolada e mantida sob guarda pelo temor de que tentasse o suicídio. A mãe do jovem foi ameaçada de prisão, dentro do hospital, sob suposta “insubordinação contra autoridade militares”. Ainda na cama do hospital, o violentado ouviu o aviso de um soldado que fazia a guarda no seu quarto: “Tu vai se ferrar”.

O inquérito militar, segundo a família, deve concluir que tudo não passou de uma “luta corporal de brincadeira entre os rapazes”, complementando a divertida versão preliminar do Exército de “sexo consensual” do jovem, embora manietado por outros quatro soldados.

“Novas diligências”

Esta história escabrosa foi revelada com exclusividade, no final de maio, pelo Sul21, um site de Porto Alegre que escalou um repórter persistente, Igor Natusch, para acompanhar com destemor o caso. Estranhamente, ninguém mais da imprensa se interessou por este fato de inusitada violência cometida dentro de um quartel do Exército, em pleno regime democrático. O então ministro Nelson Jobim, procurado com insistência, não deu um pio, reforçando sua confissão de que vê os jornalistas como “idiotas sem modéstia”.

A ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, ficou chocada ao ser informada pelo repórter, no final de maio: “Isso é um crime comum,
Comissão de Direitos Humanos realiza audiência pública com a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes (foto), sobre a política do governo para a área

Maria do Rosário. ministra dos Direitos Humanos: "“Isso é um crime comum"

que deve ser tratado pela Justiça comum. O Código Penal Brasileiro já não concebe mais a ideia de ‘atentado violento ao pudor’. Todo crime sexual é conformado como estupro. A existência da figura do ‘atentado violento ao pudor’ no Código Militar demonstra um imenso equívoco no ordenamento jurídico brasileiro. Vou conversar com o Comando do Exército”.

“O Exército precisa responder à sociedade”

Se Maria do Rosário conversou, ninguém sabe, ninguém viu.

Em Brasília, o crime foi empurrado para debaixo do edredom.

Em Porto Alegre, a Assembléia Legislativa gaúcha foi mais corajosa. “O Exército precisa responder à sociedade sobre o que aconteceu”, disse o deputado estadual Miki Breier (PSB), presidente da Comissão de Direitos Humanos. “Não é um caso de mau comportamento. É um fato gravíssimo, que pode manchar a imagem de uma instituição muito importante. Não pode ficar restrito ao foro interno do Exército”.

O deputado Jeferson Fernandes (PT), enviado a Santa Maria pela comissão, conseguiu vencer o bloqueio em torno do jovem e conversar com ele. Voltou de lá ainda mais preocupado, ao ouvir sua resposta para a alegada tentação ao suicídio: “É o que eu mais penso, todos os dias”, confessou o recruta ao parlamentar, segundo relato do Sul21.

Apesar da solitária insistência do repórter Igor Natusch, a investigação militar patina, apostando na falta de reação popular e na indulgente memória coletiva. No final de julho, o Ministério Público Militar devolveu o inquérito sobre o estupro de Santa Maria à Justiça Militar, a pretexto de novas diligências, desta vez num celular apreendido que traria cenas de vídeo da violação. Não se sabe, até agora, quais os novos prazos para apresentar a conclusão das investigações.

Crime covarde, herança maldita

A baixa repercussão e a restrição de informações sobre o crime praticado no sul, dentro de um quartel, é um grave sintoma deste Brasil covarde: um país que não tem coragem de confrontar os crimes militares do presente não terá, jamais, força moral para resgatar os crimes militares do passado, como as torturas e violências (muitas sexuais) praticadas na longa ditadura de 21 anos instalada em 1964. O caso sigiloso, inconcluso e vergonhoso de Santa Maria é uma herança maldita que Nelson Jobim legou, sem dó nem consciência, ao seu sucessor Celso Amorim.


Exército brasileiro: silêncios ontem, silêncios hoje

É um constrangimento – mais um – para a presidente Dilma Rousseff justamente quando o Ministério da Justiça abre em Brasília, a partir desta segunda-feira (22), a ‘Semana da Anistia’, embalada por um lema inspirador: “Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça”.

O bravo site do sul e seu corajoso repórter estão fazendo a sua parte para que não se esqueça o covarde crime do quartel de Santa Maria.

Já os governantes civis e os comandantes militares não mostraram, até agora, o que fazem para que algo semelhante nunca mais aconteça.

Luiz Cláudio Cunha é jornalista.

cunha.luizclaudio@gmail.com

Publicado em http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/politica-cia/o-estupro-que-amorim-herdou-de-jobim/

Prefeito de NY proíbe atos religiosos na cerimônia em memória das vítimas do 11/9

Prefeito de NY proíbe atos religiosos na cerimônia em memória das vítimas do 11/9


New York Mayor Bloomberg Bans Religion at 9/11 Ceremony

Wednesday, 24 Aug 2011 06:19 PM

By Martin Gould


New York Mayor Michael Bloomberg is under attack for refusing to allow members of the clergy to play a role in the city’s commemoration of the tenth anniversary of 9/11.

Bloomberg insists the ceremonies should focus on the families of those killed in the attacks on the World Trade Center. He is also barring political speech. But pastors and politicians are lining up to lambast his decision, reports The Wall Street Journal.

"This is America, and to have a memorial service where there's no prayer, this appears to be insanity to me," said Rudy Washington, a deputy mayor under Bloomberg’s predecessor Rudy Giuliani, who organized a nationally televised interfaith ceremony at Yankee Stadium in the days after the 2001 attacks.

"I feel like America has lost its way," added Washington. “I am very upset about it. This is crazy.”

New York City Council member Fernando Cabrera, a pastor in the Bronx, said faith was one of the “pillars that carried us through” the days after the attacks and called religious leaders “the spiritual and emotional backbone.”

“When you have a situation where people are trying to find meaning, where something is bigger than them, when you have a crisis of this level, they often look to the clergy," added Cabrera, who said excluding religious leaders from the ceremony was "wiping out the recognition of the importance that spirituality plays on that day."

The most prominent religious leader in the city, Roman Catholic archbishop Timothy Dolan, said he would celebrate Mass in St. Patrick’s Cathedral on the morning of September 11 and then go to St. Peter’s Church which is a short walk from Ground Zero.

Bloomberg says he wants the tone of the ceremony to be similar to that of previous years where the lack of religious input went largely unnoticed. But because this year marks a decade since the worst attack on American soil and with the presence of Presidents Barack Obama and George W. Bush this year’s event will receive far more notice.

It will also be the first time the ceremony, in which dignitaries will recite poetry and the names of the dead will be read out, has been held at the site of the Twin Towers.

Bloomberg, a Jew, has seemed to take contradictory positions on religion when it comes to matters surrounding 9/11. He has defended the display of religious symbols, including the so-called “World Trade Center Cross,” two steel beams which form a 20 foot tall cross which was discovered in the rubble of the Twin Towers, at the 9/11 Memorial and Museum.

He has also supported the right of Muslims to build Park51, a 13-story community center two blocks from the site, saying he “shouldn't be in the business of picking" one religion over another.

“I think it's fair to say if somebody was going to try, on that piece of property, to build a church or a synagogue, nobody would be yelling and screaming," Bloomberg said. "The fact of the matter is that Muslims have a right to do it, too."

The mayor’s spokeswoman Evelyn Erskine defended the decision not to invite religious leaders to speak. "There are hundreds of important people that have offered to participate over the last nine years, but the focus remains on the families of the thousands who died on Sept. 11," she said.

publicado em http://www.newsmax.com/Headline/bloomberg-911-bans-religion/2011/08/24/id/408556

Percentual elevado de participantes de primária no estado de Virgínia duvida que Obama tenha nascido nos Estados Unidos

Percentual elevado de participantes de primária no estado de Virgínia duvida que Obama tenha nascido nos Estados Unidos


ELECTION 2012
Astounding percentage in early-primary state question eligibility
Poll finds GOP voters disbelieve or doubt official nativity story
Posted: September 02, 2011
10:10 pm Eastern


By Drew Zahn
© 2011 WND


A new poll of Republican voters in the early primary state of South Carolina suggests the question of Barack Obama's eligibility is no fringe issue, as 65 percent of those polled question whether the current occupant of the Oval Office was even born in the U.S.

The automated telephone survey of 750 usual South Carolina Republican primary voters was conducted by the Democratic polling company, Public Policy Polling, from Aug. 25-28.

According to PPP's published results, when asked, "Do you think Barack Obama was born in the United States?" 44 percent answered "no" and an additional 21 percent answered "unsure" – a total of 65 percent questioning his birthplace – leaving only 35 percent who answered definitively "yes."

Jerome Corsi's new book, "Where's the Birth Certificate?," is now available for immediate shipping, autographed by the author, only from the WND Superstore.

The poll also found Rick Perry opening up a substantial lead in the race for the 2012 GOP presidential nomination, with 36 percent choosing the Texas governor in a contest that doesn't include former Alaska Governor Sarah Palin. Mitt Romney came in second, 20 points behind at 16 percent, with Bachmann a close third at 13 percent.

Even with Palin in the race, Perry tops Romney 36 percent to 13 percent, with Palin at only 10 percent.

On the eligibility question, the survey showed Sarah Palin backers were the most likely to question Obama's birthplace, while John Huntsman supporters were the least likely.


After years of stonewalling and fighting in court to keep his long-form birth certificate under wraps, enduring demands from Republicans and Democrats alike that he produce verifiable evidence of his "natural-born" citizenship – a prerequisite for the presidency required by the U.S. Constitution – President Barack Obama earlier this year publicized an image of the document he claims should resolve his birthplace once and for all.

The original document, however, has never been released for independent verification, and the presentation of a computerized image as "proof" of his birthplace has led to several experts openly questioning the image's authenticity, even suggesting it may be a fraud.

Doubt also seems to be fueled by revelations such as the report that noted Congress tried eight times over the time frame from 2003-2008 to eliminate or change the constitutional requirement that a president is a "natural born Citizen." The report says Congress eventually gave up on eliminating the requirement, but then changed the focus of the argument to Sen. John McCain, in a resolution that addresses his eligibility. Obama's eligibility never was similarly evaluated.

Some no longer even are considering the issue of eligibility: they are just calling for impeachment. Among those groups is the Americans for Legal Immigration PAC. Spokesman William Gheen said Obama "is no longer the legitimate president of the United States."

The American public has been moving more and more toward the idea that there's something wrong. A full half of the American public said in a recent poll that Congress needs to investigate Obama.

There also have been reports that a number of radical supporters for Obama have openly admitted to forging Obama birth certification documentation.

Paul Irey, a retired professional typographer with 50 years experience in his business, also said the fact that the typed letters on the document are different make it a forgery. "My analysis proves beyond a doubt that it would be impossible for the different letters that appear in the Obama birth certificate to have been typed by one typewriter."

Billionaire entrepreneur Donald Trump even said his own computer expert told him it was a computer-generated document.

"You may have thought Barack Obama ended the eligibility debate, and certainly the birth certificate debate," said Farah, "with his release of what purports to be his long-awaited, long-form document.

"But it's not over," he added. "Not by a long shot."

WND Editor Joseph Farah is available to discuss today's breaking stories on eligibility. Contact media@wnd.com.

publicado em http://www.wnd.com/index.php?pageId=340805

Documento do PT propõe extinção do Senado

Documento do PT propõe extinção do Senado

O texto-base da resolução política que o PT aprovará na etapa extraordinária do 4º Congresso Nacional do partido, que acontece entre sexta-feira e domingo em Brasília, defende a extinção do Senado Federal e a adoção do sistema unicameral no âmbito da reforma política. Além disso, o documento preliminar sugere 13 leis de iniciativa popular em temas polêmicos como reforma agrária e controle da mídia.
“A única legitimidade, no limite, defensável da existência do Senado brasileiro é a sua participação em decisões de caráter nitidamente federativo, função que poderia ser alternativamente cumprida por uma exigência de critérios especiais para aprovação de leis de nítido caráter federativo em um sistema unicameral”, diz o texto, ainda sujeito a revisões e acréscimos.

O documento com 108 itens divididos em 24 páginas, ao qual o iG teve acesso, é fruto de contribuições das principais tendências do partido, além de setores da intelectualidade petista, e teve redação final do presidente nacional do PT, Rui Falcão.
Na noite desta quarta-feira a executiva voltou a se reunir para reavaliar o texto e tentar levar para o congresso uma proposta de consenso. A decisão final caberá aos 1.350 delegados que se reúnem entre quarta-feira e domingo em um centro de convenções em Brasília.
Segundo o documento preliminar, a existência do Senado fere o princípio da soberania. “A função revisora (do Senado) quebra nitidamente o princípio da soberania popular ao sobre-representar Estados com menor população e sub-representar Estados de maior densidade populacional”.
De acordo com o partido, o financiamento privado de campanhas é o pai de todos os males da política nacional ao promover a corrupção, transferir o poder de eleger das mãos do povo para as dos financiadores e criar uma “espiral de cinismo” na qual “a corrupção política é aceita como inevitável, os cidadãos desertam da política, os políticos corruptos agem cada vez mais corruptamente e a opinião pública, instruída pela cantilena neoliberal, conforma-se ceticamente”.
A sigla quer organizar uma campanha popular acompanhada de grande mobilização nacional. “A campanha pela reforma política terá que ganhar um tom cívico, nacional e popular como foi a campanha das Diretas Já (1984)”.
No último capítulo, intitulado “Um novo Estado, uma nova civilização”, o PT propõe uma campanha pública para aprovar uma série de 13 “leis cidadãs”, todas de iniciativa popular. O redator chegou a usar o termo “autogoverno”, substituído por soberania popular.

São elas:

a-Reforma política
b-Participação popular em todos os governos do país por meio de conferências e orçamentos participativos
c-Regulação dos meios de comunicação
d-Combate à corrupção e aumento das penas aos corruptos e corruptores
e-Regulação do capital financeiro e redução da autonomia do Banco Central
f-Reforma tributária progressiva
g-Duplicação em 10 anos dos orçamentos da educação, saúde, esporte, cultura e assistência social
h-Contrato coletivo de trabalho e fim do imposto sindical
i-Regulação da atividade econômica com base na preservação ambiental
j-Políticas de quotas para negros em concursos públicos
k-Universalização do acesso a creches em 10 anos
l-Reforma agrária - Fonte: G1.

publicado em http://dilma13.blogspot.com/2011/09/documento-do-pt-propoe-extincao-do.html